Início Como importar Como dobra o lucro da sua empresa – importando da China para...

Como dobra o lucro da sua empresa – importando da China para revenda no Brasil

O que você acha de dobrar os lucros da sua empresa em 2019?

Você já pensou em importar produtos da China para revenda ?

Existe uma crença de que só grandes empresas podem importar em maior quantidade, mas não é bem assim.

Micro e pequenas empresas também vêm conquistando espaço nessa atividade.

Hoje, mesmo um MEI tem a oportunidade de importar da China e de outros países. O fato de o Brasil está ampliando suas relações com o mundo faz com que o país exporte e importe mais.

Muitos empresários se interessam na importação de produtos e matéria-prima, e a razão é óbvia: alguns produtos importados diretamente do fabricante chegam a ser 500% mais baratos do que se comprados aqui.

Mesmo com os altos encargos tributários do Brasil é possível ter lucro de 100%. Dependendo do setor, esse lucro pode chegar a 200%, então não é à toa que as grandes empresas importam cada vez mais.

Para simplificar, vou dar um exemplo, considerando que você tenha uma empresa comercial.

Bem, se você já vende produtos chineses e os compra aqui no Brasil, muito provavelmente, a importadora de quem você compra lucra o dobro do valor original do produto nessa revenda.

Ou seja, se ela o oferece um produto por R$60, deve gastar uma média de R$30 com o custo final dele.

Obviamente, os valores variam de acordo com o volume e o mercado. No caso de roupas, por exemplo, sabemos que as margens são bem menores.

Se você, pequeno e médio empresário, ainda não vê a importação como uma maneira de alavancar o seu negócio, está ficando para trás.

Importar produtos, ou mesmo matéria-prima, para vender pode ser uma grande oportunidade para aumentar o seu lucro e promover sucesso nas suas vendas!

Afinal, o mercado sempre compete pelos melhores preços.

Em muitos casos, importar produtos do exterior sai muito mais barato do que fabricá-los no Brasil.

Mas se levarmos em conta os gastos de fabricação, como mão de obra, impostos, aluguel de imóvel, além das despesas com água, luz e maquinário, importar pode ser uma maneira de aumentar os seus lucros e oferecer preços competitivos.

É claro que cada caso é um caso. Algumas empresas ganham mais importando produtos e outras, matéria-prima. Seja qual for o seu mercado, vale a pena analisar essa oportunidade.

Continue lendo para saber como entrar nesse mercado tão lucrativo!

Como importar para revender?

Como importar para revender?

Antes de mais nada, é preciso saber que existem 4 formas de importar para revender:

1. Utilizar uma empresa de trading, que intermediará a importação, cobrando uma porcentagem do valor da venda;

2. Importar através do desembaraço aduaneiro, no qual o valor do imposto é atrelado ao produto que você compra, podendo variar de 8% a 100%. Para esse tipo de importação, a empresa deve estar cadastrada no Radar Siscomex;

3. Importar por empresas de courier. Esse método utiliza a importação simplificada (falarei sobre ela mais adiante neste artigo), a qual inclui o Imposto de Importação, equivalente a 60% do valor do produto.

Nele, a empresa de frete courier se encarrega de fazer o desembaraço aduaneiro e nacionalizar o produto, mas o processo limita a sua empresa ao valor de US$3.000 (valor do produto + frete + seguro) por compra, e para alguns itens, como roupas, é necessário ter uma licença especial.

4. Importar por dropshipping, que é a forma mais conhecida e utilizada atualmente. Não obstante, essa opção apresenta alguns riscos tanto para o cliente quanto para o vendedor, conforme explicado no artigo sobre dropshipping.

Importação Simplificada x Importação Empresarial

É muito comum o comerciante acreditar que, para atuar em importação, precisa ter uma empresa especializada no comércio internacional, o que exige o longo processo burocrático de habilitar a empresa no Radar Siscomex.

De fato, essa habilitação é necessária, mas para consegui-la, basta você ter um CNPJ. Mesmo como MEI é possível ter um Radar Siscomex. E o que é ainda melhor: o processo de cadastro é simples e gratuito.

Atualmente, existem dois tipos de importação: a simplificada e a empresarial.

A importação simplificada pode ser feita tanto por pessoa física como por pessoa jurídica. É o método mais popular, mas em cujos valores não podem ultrapassar US$3.000 por operação.

Nesse método, pessoas físicas são proibidas de importar com intuito de revenda, ou seja, em grande quantidade. Já as empresas podem, desde que obedeçam a todas as regras.

Além disso, não há necessidade de cadastro no Radar Siscomex, mas o Imposto de Importação, de 60% (valor do produto + frete + seguro), é aplicado em todos os artigos importados.

A importação simplificada de determinados produtos requer autorização especial. É o caso de roupas, remédios e brinquedos, por exemplo. Sem ela, não é possível importar por esse método.

Para empresas, a importação simplificada deve ser feita através do serviço Importa Fácil dos Correios. Outra opção seria utilizar empresas de frete expresso courier.

Tenho um artigo que fala mais detalhadamente sobre a importação simplificada, clique aqui para ver o artigo

A importação empresarial, por sua vez, é feita por empresas cujo objetivo é justamente a revenda de produtos importados.

Nesse caso, é necessário ter cadastro no Radar Siscomex e contratar os serviços de um despachante aduaneiro para auxiliar com a documentação.

Independente do procedimento escolhido, você provavelmente já deve saber que, quando for importar, terá que pagar alguns tributos.

Muitos empresários deixam de entrar no ramo da importação porque se assustam quando ouvem a palavra “impostos”. Mas pouca gente sabe quais são realmente os impostos cobrados na importação empresarial.

Bem, não se assuste! Isso não é nenhum “bicho de sete cabeças” e menos ainda um “roubo”.

Na importação empresarial, são cobrados 5 tipos de tributos:

  • II (Imposto de Importação);
  • IPI (Imposto de Produto Industrializado);
  • PIS (Programa de Integração Social);
  • COFINS (Contribuição para Fins Sociais)
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Destes, o II, o IPI, o PIS e o COFINS são federais e o ICMS é estadual.

O IPI, o PIS, o COFINS e o ICMS são impostos também cobrados de quem produz mercadorias aqui mesmo no Brasil.

Mesmo incluídas todas as outras taxas, como frete, seguro e aluguel do porto, ainda é possível ter um retorno de 30% a 200% sobre o valor investido, a depender do produto que se pretende importar.

Dá para ganhar dinheiro com importação?

Como certeza, sim! A recomendação para você comprar e vender no atacado é encontrar produtos dos quais consiga dobrar o preço.

Assim, se comprar por 10 (sem esquecer de incluir no custo todos os encargos), deve poder vender por 20.

No caso do varejo, aconselho que faça esse cálculo pensando em triplicar o valor!

Mas dá para fazer isso? Dá!

É fácil fazer isso? Mais ou menos!

Primeiro, quero deixar claro que não existe moleza no mercado! Quem disser que tem dinheiro fácil por aí, está mentindo.

Depois, a concorrência, ao ver seu trabalho bem feito, logo vai querer copiá-lo. Seus concorrentes vão tentar fazer igual a você.

Por isso, o bom é sempre estar em movimento, buscando novos produtos, novas oportunidades e novos canais de vendas, para sempre estar à frente e lucrando.

Um exemplo real

Alguns dias atrás, comprei um tapetinho gelado para o meu cachorro no Mercado Livre. É esse produto da imagem abaixo.

produtos para revenda

Paguei R$70,90. Estou cotando no Mercado Livre por ser um dos lugares mais baratos que encontrei.

Provavelmente, em outras lojas o valor vai ser mais caro. Se for pesquisar em loja física, mais caro ainda.

Fiz uma rápida busca de fornecedores na China. Entrei no site do Alibaba e em poucos minutos achei o mesmo item por US$1,87 ou US$3 (equivalente a mais ou menos R$7 a R$10).

No Alibaba, os valores variam de acordo com cor, tamanho e quantidade.

Eu cotei, com esse fornecedor, 1.000 peças de tamanho 50×60, e ele negociou comigo, com os produtos já entregues no porto da China, por US$2,70.

produtos baratos para revenda

Levei 14 minutos para fazer isso. E tenho certeza de que, se eu negociasse com esse fabricante ou procurasse com mais calma, conseguiria um preço ainda melhor.

revender produtos

Fazendo uma simulação, para termos uma base e ver se importar esse produto para revender seria vantajoso, temos os seguintes dados:

Vou me basear numa cotação do dólar acima do normal, R$4, para ter certeza se o negócio é mesmo lucrativo e ter uma margem de segurança.

Também vou considerar que o custo dessa importação vai dobrar ao chegar ao Brasil.

Geralmente, quando se compra em quantidade, isso não acontece, mas para ter certeza e ser conservador, vou considerar que comprando por US$2,70 o produto vai entrar no Brasil por US$5,40.

Ainda assim, teremos um custo final de R$21,60. Se eu aplicar um markup de 324%, dá para vender no Mercado Livre por R$70.

Aviso: o Mercado Livre é o lugar mais barato para vender. Com qualquer estratégia de redes sociais dá para vender ainda mais caro. Mas quero ser conservador aqui para ver o mínimo que daria para ganhar nessa comercialização.

Considerando que R$42,60 é o custo total da importação, vou acrescentar mais 30% para gastos com custos fixos da empresa (sendo conservador de novo).

No fim das contas, dá para conseguir um lucro de aproximadamente 38%. Na pior das hipóteses.

Veja na tabela abaixo:

revender produtos importados

Eu ainda poderia colocar minha logomarca e ter minha própria embalagem, personalizada.

Quer saber mais sobre importação empresarial?

Assista este video e comece agora a dobra o lucro da sua empresa.

De quanto precisa para começar a importar?

Boa parte dos leitores interessados em importar para revender vem a mim com essa dúvida.

Primeiramente, preciso dizer algo que muita gente pode não ficar contente em saber: importação empresarial não é um ramo para quem tem pouco capital.

Se esse for o seu caso, recomendo que leia esse outro artigo sobre vendas online.

Conheço pessoas que começaram com R$10.000 e outras com R$100.000, o que vai melhor decidir isso é o seu produto.

Os fabricantes chineses trabalham da seguinte maneira: quanto maior a quantidade de itens que você pedir, mais barato eles ficam.

No exemplo acima, eu fiz a cotação para 1.000 tapetes. Se eu tivesse feito uma cotação para 500 tapetes, com certeza o preço iria subir.

Portanto, se você compra em quantidades pequenas, a importação pode não valer a pena. Se você não tem um bom capital inicial, esse talvez não seja um bom negócio no momento.

Não quero desanimá-lo!

Apenas estou alertando, como um amigo. Afinal, é preciso saber se compensa ou não importar, se é o momento, se é possível lucrar e se vale a pena para você.

Como importar da China para empresas

O processo é simples. Mas não é fácil.

Antes de tudo, você deve ter o conhecimento necessário para poder validar uma importação.

Mesmo que contrate uma assessoria, entender um pouco sobre o assunto o permitirá evitar pessoas espertas que se aproveitam de empresários desinformados.

Por isso, recomendo que participe de um treinamento, recomendo o mesmo que eu fiz. Você pode obter mais informações nesse link → Importação passo a passo

Obs.: É importante salientar que importações com fins comerciais só podem ser feitas por empresas, então ter um CNPJ é obrigatório, ainda que seja o de MEI.

Radar Siscomex

Para iniciar o processo de importação, é necessário cadastrar a sua empresa no Radar Siscomex. É grátis e pode ser feito online.

O cadastro é simples, mas requer um pouco de conhecimento sobre o assunto. Normalmente, um consultor cobraria em torno de R$1.500 reais por esse cadastro.

(Lembra que eu disse que tem muitos espertinhos que se aproveitam dos empresários?)

Felizmente, uns dos maiores importadores do Brasil mostra, no treinamento Importação passo a passo, como fazer o cadastro no Radar Siscomex, como calcular os custos de importação e como negociar com os chineses

Além de falar sobre segurança nas importações, sobre os documentos necessários, sobre transporte e seguro de cargas e muito mais.

Todo o material é atualizado. Se houver alguma alteração na legislação, você será avisado por e-mail.

Estou indicando esse material porque foi onde eu mesmo aprendi sobre o mercado de importação para empresas. Além de ter um ótimo conteúdo, os alunos contam com suporte, diferente de muitos cursos que vemos na internet.

No entanto, se você não quer pagar pelo curso, no site da Receita Federal você encontra um manual de habilitação no Siscomex, onde é possível tirar dúvidas sobre o sistema.

Onde encontrar fabricantes na China

produtos da china para revenda

A melhor maneira de procurar bons fornecedores é através da internet, em sites como o Alibaba e o Global Sources, que, além de listar vários fornecedores, incluem certificados e informações sobre a situação financeira do fabricante.

Nesses sites, você vai encontrar muitos fabricantes e empresas de trading. Assim como no AliExpress, para comprar um produto, é preciso muita cautela durante o período de negociação, uma vez que o pagamento é antecipado e se torna arriscado quando a compra não é feita com fornecedores confiáveis.

Tanto o Alibaba como o Global Sources permitem que você escolha o produto e solicite um inquiry ou quotation (que nada mais é do que um orçamento de cada fornecedor cadastrado no site) referente ao seu pedido.

Os fabricantes exigem um limite mínimo para a compra, que pode variar de 50 a 1.000 unidades, dependendo do item.

Mas existe a possibilidade de você comprar apenas uma amostra para conhecer melhor o produto antes de vendê-lo para o seu público.

As trading companies vendem em menor quantidade, mas seus preços são maiores. Por outro lado, uma trading tem equipes mais bem preparadas para atender estrangeiros e negociar com as fábricas.

Quando você entra pela primeira vez no Alibaba, encontra muitos produtos que podem dar uma boa margem de lucro.

Mas não deixe a emoção controlá-lo, pois há várias etapas para que você tenha sucesso numa importação; escolher um fornecedor é apenas o primeiro passo.

Dica: ao enviar um pedido de cotação, faça-o em inglês e seja o mais profissional possível. Apresente a empresa e a si mesmo e seja específico no que quer; isso mostra para o fabricante que você tem uma empresa séria.

Essa abordagem, além de aumentar o índice de resposta, também passa mais credibilidade, facilitando a negociação.

Depois de receber vários orçamentos, você pode iniciar o processo de negociação.

Lembre-se de que os preços dos produtos não incluem frete e impostos.

Alguns até incluem o frete, mas uma dica ninja é sempre pedir o valor sem ele, pois é bem melhor negociar o frete no Brasil, diretamente com um agente de cargas.

Dica: Depois de pegar a cotação com os fornecedores e selecionar os valores que o agradaram, diga a eles que vai mandar uma empresa de inspeção da sua confiança. Picaretas tendem a se esquivar quando se fala em inspeção na fábrica.

Audite e inspecione os fabricantes

Antes de enviar qualquer pagamento a um fornecedor, recomendo que contrate um serviço de inspeção física, ou seja, uma empresa de inspeção para visitar a fábrica.

Assim, você saberá quais são as condições estruturais das fábricas e sua capacidade de produção, além de conhecer a documentação dos fabricantes.

Na China, não existem órgãos que fazem a análise financeira das empresas, como o SPC e o Serasa aqui no Brasil, então você mesmo deve se esforçar para conhecer a situação dos seus fornecedores.

Além disso, fazer uma inspeção no início da produção e no embarque das mercadorias é fundamental para garantir a qualidade e a integridade dos produtos que você importa.

Não basta confiar na auditoria e menos ainda é possível confiar somente nas informações dos fornecedores. A única forma de assegurar que tudo sairá como você pretende é inspecionando.

A inspeção não é um serviço caro, mas pode inviabilizar importações pequenas. Fazer uma simulação de custos lhe dará um panorama geral de todos os custos e possíveis lucros.

Pagamento

O pagamento ao fornecedor é a parte em que muitos erram. Por falta de informação, acabam levando um baita prejuízo.

Normalmente, os fabricantes pedem um adiantamento de 25% para iniciar a produção. Os empresários desinformados acabam enviado esse dinheiro sem tomar as precauções necessárias.

Em primeiro lugar, na hora de estabelecer os termos e as condições do negócio, você deve solicitar a fatura de pagamento, internacionalmente conhecida como Proforma Invoice (PI).

Antes de pagar, verifique se toda a documentação está correta. Isso muitas vezes não acontece em negociações com fornecedores da China, que podem não enviar os documentos solicitados ou podem enviá-los em caracteres chineses — enquanto o correto seria que eles estivessem em inglês.

A documentação deve ser verificada também pelo seu despachante aduaneiro e estar de acordo com as leis brasileiras, pois ela é preliminar à emissão da Fatura Comercial, ou Commercial Invoice (CI), nos padrões do mercado exterior.

Dentre as formas de pagamento estão o cartão de crédito e o Western Union, além de outros meios expressos.

Mas não se engane: a importação empresarial é regulamentada pelo banco central, então consulte sempre um profissional da área.

Dica: Muito cuidado com o método Western Union. Se algum fornecedor pedir que envie por esse método, desconfie, pois ele representa o maior índice de golpes de importação.

Frete e seguro

Com a mercadoria pronta, é hora de cuidar da contratação do frete e também do seguro dos produtos, que poderá ser feito pelo próprio agente de carga ou diretamente com a seguradora.

Despachante aduaneiro

A próxima etapa é buscar um despachante aduaneiro. O envolvimento desse profissional é obrigatório.

Ele é o responsável, entre outras funções, por fazer a liberação e a nacionalização de cargas e também o cálculo dos impostos.

O custo desse serviço varia de acordo com a complexidade da sua carga, mas em média fica entre R$800 a R$2.000. Ele ajudará na documentação e na liberação da carga.

No Brasil, o envolvimento de um despachante aduaneiro nas transações internacionais é obrigatório. Portanto, busque um bom profissional. Ele pode ser um excelente aliado para o seu negócio de importação.

No site da Receita Federal, você encontrará todas as informações sobre esse ofício.

Fique por dentro das exigências legais

Naturalmente, é preciso que você conheça todas as exigências legais necessárias para que um produto possa ser importado, informação que o seu despachante aduaneiro também deve verificar.

Certifique-se junto aos vários órgãos nacionais (Inmetro, Anvisa, Ministério do Trabalho, entre outros) se determinado produto precisa de algum tipo de certificação especial para atender às normas brasileiras, o que pode significar algum custo extra para que seja homologado no Brasil.

Nunca acredite nas afirmações de fornecedores de que o produto é certificado em nosso país. Sempre consulte se as certificações que porventura possam ser apresentadas são, de fato, válidas.

Imposto de Importação

Quanto aos impostos brasileiros, eles variam de acordo com a classificação NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) do produto, podendo totalizar de 35% até mais de 100% do seu valor total no país de origem.

O Imposto de Importação é pago quando a mercadoria chega ao Brasil, com débito em conta através do Radar Siscomex.

É muito importante fazer os cálculos dos impostos antes de fechar negócio como o fabricante. Assim, você evita qualquer surpresa.

Conclusão

Eu poderia falar muito mais sobre o processo de importação de produtos da China para revenda, mas o artigo ficaria ainda maior.

O importante é que fique claro que importar em grande quantidade não é um processo difícil, só um pouco burocrático.

É um mercado em que se deve ter bastante cuidado. (O que eu já recebi de e-mail de pessoas que foram lesadas por não ter o preparo correto…)

Nunca envie dinheiro sem antes contratar uma inspeção. Depois que os produtos saem da China, fica difícil contestar alguma falha: lembre-se de que é um país muito diferente do Brasil.

Se ainda estiver com dúvidas e quiser saber mais, clique no link abaixo-se para ver os seguintes assuntos:

  • Como nunca perder dinheiro com importação;
  • Quanto capital é necessário para importar legalmente;
  • Uma técnica para identificar e banir fornecedores picaretas de uma vez por todas;
  • O passo a passo indispensável para importar da China.

A importação para revenda, feita da maneira correta, pode dobrar ou até triplicar o seu faturamento!

Por isso, é preciso conhecimento antes de fazer qualquer investimento.

Inscreva-se logo no Curso de Importação Empresarial!

Você Gostou deste Post

Clique nas estrelas para avaliá!

Classificação média / 5. Contagem de votos:

Que bom que você gostou...

Compartilhe esse conteúdo!

avatar
  Se inscrever  
Notificação de
Frank Miler
Visitante
Frank Miler

Ótimo conteúdo rico e de grande valor!